Em Setembro celebrei o facto de ter feito um ano desde que comecei a ler Sarah J Maas… continuando a ler livros dela (comecei a saga do Trono de Vidro e ninguém me pára!)
Comecei a ler a Herdeira de Fogo logo nos primeiros dias do mês, e foi logo uma montanha russa de emoções porque eu estava (erradamente) decidida a não gostar da Manon – mas claramente que mudei de ideias. (spoiler) Quando ela vai fazer a travessia pela primeira vez e as restantes Treze e as suas serpentes no subsolo batem com ritmo… fiquei toda arrepiada. Estou arrepiada outra vez só de me lembrar.
Foi uma leitura mais lenta para mim, não porque o livro não era bom – são todos! – mas estava desmotivada para ler sobre as restantes personagens e arrastei-me bastante, principalmente porque não queria aceitar que a Aelin e o Rowan se iam envolver.
Mas seguimos firmes, e passamos sem pensar duas vezes para a Lâmina Assassina e a Rainha das Sombras.

Um plot twist gigante e um quase ataque de coração depois, decido fazer uma pausa.
Preciso de um tempo para aceitar que o casal principal não vai puxar por mim como a Ferye e o Rhys, mas não faz mal. Temos mais personagens e temos também uma ansiedadezinha sobre o que vai acontecer ao Chaol. Ele é humano, coitado, tem defeitos, mas eu continuo a gostar muito dele, por amor de deus. Alguém o comparou à Nesta, algures no Tiktok, no sentido de desenvolvimento de personagem e é assim… mil vezes o Chaol. Eu chorei a ler a Corte de Chamas Prateadas mas continuo a não gostar da Nesta.
Achei que devia fazer a dita pausa a ler o Complexo de Atlas (não sei se alguém se lembra que li os dois primeiros livros desta trilogia em Fevereiro e fiquei obcecada).
Há seis meses que espero para saber o que a Lilly Rhodes disse ao Nico Varona naquela ponte, e aqui estamos, nas primeiras páginas, a saber a história da vida (versão curta) do Atlas. A bocejar em alto e bom som – o que me salva é o narrador, que parece saber que não é isto que quero ler mas saber que preciso.
Infelizmente, tal como aconteceu quando tentei ler Os Seis de Atlas pela primeira vez, tive que desistir. O meu cérebro não estava para ali virado, e é uma história em que é preciso estar com atenção ou então não se percebe nada.
Pousei o livro na prateleira e aceitei os sinais que o destino me estava a dar. Ou seja, comecei a ler o Império das Tempestades.
E que livro! Não tenho notas em lado nenhum porque a ânsia de ler era enome, tinha que continuar a ler e saber o que ia acontecer.
Não sinto o “chamamento” que sinto a ler ACOTAR, mas acho que é porque não gosto do Rowan (perdoem-me). Mas adoro todos os outros! O Dorian e o Lorcan! Sou a nova fã assumida da Manon!
As peças do puzzle juntam-se neste livro e dou por mim a pensar “ah foi por isso que isto aconteceu no outro livro!” – para além de estar contente de ler lido a Lâmina Assassina quando li.
Senti muita falta do meu queridinho – o Chaol (caso tenham saltado parágrafos lá em cima) – mas não sei se estou preparada para ler um livro só dele, principalmente porque dizem que é um livro muito emocional. E não sei se estou preparada para o último livro porque… não morre ninguém há muito tempo. E vai morrer, eu sei que vai (não me digam). Não estou de todo preparada, mesmo, zero.
E pronto, na terceira semana de Setembro começaram os stresses por causa dos eventos e o meu cérebro ficou tão aflito que não consegui ler mais. Sim, isso mesmo, a única coisa que me faz relaxar não funcionou durante mais de duas semanas, para verem o meu estado. Mas continuo viva, graças ao facto de não ter trocado o café por matcha (mas isso é uma conversa para outro dia).
Poucos mas bons, os livros que me acompanharam em Setembro.
E vocês? O que andam a ler?
Beijinhos e boa semana,
Maria Maçã





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